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Após ‘facadas’, Site Facebook perde Palavras Cruzadas

Os criadores de um aplicativo do Facebook que oferecia palavras cruzadas suspenderam a oferta do Scrabulous na terça-feira (29), por conta de um processo, deixando na mão os fãs desse passatempo on-line. Também nesta semana, uma ferramenta que permitia aos internautas “esfaquearem” seus contatos foi removida da mesma rede social.

A Hasbro, empresa que detém nos Estados Unidos o direito do jogo de palavras cruzadas, abriu um processo na semana passada contra dois irmãos indianos que criaram esse aplicativo para o Facebook. Em paralelo, a Hasbro pediu ao Facebook para bloquear o programa, mas não obteve sucesso.

Segundo a agência de notícias Associated Press, os irmãos Rajat e Jayant Agarwalla disseram em um comunicado ter concordado em bloquear o aplicativo Scrabulous nos Estados Unidos e Canadá, em consideração ao Facebook (a página pode ser processada por violar direitos autorais), mas os dois continuarão buscando uma defesa para poderem oferecer a ferramenta.

O Facebook divulgou que os Agarwalla, e não a rede social, tomaram a decisão de bloquear o aplicativo. O site de relacionamentos foi o primeiro a permitir a divulgação de aplicativos desenvolvidos por terceiros, iniciativa que foi seguida por outras redes sociais, como o Orkut.

No começo do mês, a produtora de games Electronic Arts lançou uma versão oficial de palavras cruzadas, autorizada pela Hasbro. Mas enquanto essa alternativa registrava cerca de 15 mil usuários por dia, o Scrabulous somava 500 mil. Depois do lançamento da EA, a Hasbro processou os irmãos Agarwalla, acusando-os de violar os direitos autorais e marcas da empresa.

A proibição do aplicativo que “esfaqueava” contatos foi motivada por reclamações – assim como no caso anterior, o responsável pela ferramenta bloqueou essa alternativa, e não o Facebook.

A brincadeira “shank” (gíria para “esfaquear”) era uma das muitas oferecidas pelo aplicativo Superpoke!, com o qual os internautas podem enviar ações virtuais a seus amigos. Esfaquear estava numa lista que também inclui bater, mandar um beijo, abraçar, piscar, correr dos touros e morder.

A publicação britânica “Sun” deu o alerta sobre esse aplicativo desenvolvido pela empresa norte-americana Slide. Segundo a versão on-line do jornal, a companhia admitiu que se tratava de uma alternativa de mau gosto. “A Slide não estimula a violência. Nosso aplicativo Superpoke! tem como foco a diversão na comunicação virtual entre amigos”, disse um porta-voz, segundo o “Sun”.Os criadores de um aplicativo do Facebook que oferecia palavras cruzadas suspenderam a oferta do Scrabulous na terça-feira (29), por conta de um processo, deixando na mão os fãs desse passatempo on-line. Também nesta semana, uma ferramenta que permitia aos internautas “esfaquearem” seus contatos foi removida da mesma rede social.

A Hasbro, empresa que detém nos Estados Unidos o direito do jogo de palavras cruzadas, abriu um processo na semana passada contra dois irmãos indianos que criaram esse aplicativo para o Facebook. Em paralelo, a Hasbro pediu ao Facebook para bloquear o programa, mas não obteve sucesso.

Segundo a agência de notícias Associated Press, os irmãos Rajat e Jayant Agarwalla disseram em um comunicado ter concordado em bloquear o aplicativo Scrabulous nos Estados Unidos e Canadá, em consideração ao Facebook (a página pode ser processada por violar direitos autorais), mas os dois continuarão buscando uma defesa para poderem oferecer a ferramenta.

O Facebook divulgou que os Agarwalla, e não a rede social, tomaram a decisão de bloquear o aplicativo. O site de relacionamentos foi o primeiro a permitir a divulgação de aplicativos desenvolvidos por terceiros, iniciativa que foi seguida por outras redes sociais, como o Orkut.

No começo do mês, a produtora de games Electronic Arts lançou uma versão oficial de palavras cruzadas, autorizada pela Hasbro. Mas enquanto essa alternativa registrava cerca de 15 mil usuários por dia, o Scrabulous somava 500 mil. Depois do lançamento da EA, a Hasbro processou os irmãos Agarwalla, acusando-os de violar os direitos autorais e marcas da empresa.

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