Game ‘Guitar hero’ ganha guitarra de luxo para PlayStation 2 e 3

Acessório da Logitech tem corpo de madeira e acabamento especial. Controle chega aos EUA por US$ 250, preço de um Nintendo Wii.

guitar-hero

guitar-hero

Wireless Guitar Controller Premiere Edition, da Logitech, faz parte de uma linha especial de controles para games de música. A guitarra sem fio funciona com duas pilhas (Foto: Divulgação)

guitar-hero-guitar

guitar-hero-guitar

Controle sem fio é compatível com toda a linha ‘Guitar hero’ no PlayStation 3 e com ‘Guitar hero: world tour’ no PlayStation 2 (Foto: Divulgação)

Sonic volta à ativa em novo game da Sega

Ouriço azul é a estrela de ‘Sonic unleashed’.
Jogo chega em novembro pra Xbox 360, Wii e PlayStation 2 e 3.

sonic

sonic

O mascote oficial da Sega e principal herói do Mega Drive retorna em ‘Sonic Unleashed’, jogo para Xbox 360, Wii, PlayStation 2 e 3 (Foto: Divulgação)

Obama lança campanha em games do Xbox 360 na disputa com McCain

Candidato tem outdoor virtual em jogos como ‘Burnout paradise’.
Anúncios ficam no ar até de 4 de novembro, em 10 Estados dos EUA.

O democrata Barack Obama descobriu uma nova frente de combate na disputa com o republicano John McCain pela presidência dos Estados Unidos: videogames.

Desde 6 de outubro, anúncios de Obama podem ser encontrados nas versões online de alguns dos principais jogos da produtora Electronic Arts, como “Burnout paradise” e “Madden 09″.

No jogo de corrida “Burnout” o jogador pode cruzar com outdoors de Obama enquanto dirige pela cidade fictícia. Segundo Holly Rockwood, porta-voz da EA, a intenção é criar uma experiência autêntica para o usuário e provável eleitor.

Os anúncios só aparecem nos jogos de Xbox 360, em partidas disputadas pela rede Xbox Live. Rockwood diz que a campanha nos games vai ficar estampada até 6 de novembro e será visível em 10 estados norte-americanos - incluindo alguns decisivos na disputa entre Obama e McCain para as eleições de 4 de novembro.
“Nem todos os nossos jogos suportam anúncios de maneira dinâmica, mas esses, em particular, permitem essa oportunidade”, diz a porta-voz. Os jogos de esportes “Nascar 09″, “NHL 09″ e “Skate” também contam com anúncios do candidato democrata.

Ao contrário do que muita gente pensa, a maioria de jogadores de videogame nos EUA não é tão adolescente. Um estudo divulgado pela Associação dos Softwares de Entretenimento (ESA, na sigla em inglês) em 2008 mostra que a média de idade do “gamer” é 35 anos, e 49% dos jogadores se situam na faixa de 18 a 49 anos. Apenas 25% têm menos de 18 anos.

Apesar de apostar nos games como um novo canal de campanha, Obama não é um grande entusiasta dessa forma de entretenimento. Durante um discurso em Chicago, ele, que tem duas filhas jovens, incentivou pais a “desligarem a TV e o videogame dez vez em quando e lerem um livro para seus filhos”.

Essa não é a primeira integração dos games com políticas nas eleições norte-americanas de 2008. Em agosto, a fundação “Rock the vote” anunciou uma parceria com a Microsoft para permitir que usuários utilizassem o Xbox 360 para se “conscientizarem” sobre as eleições presidenciais de novembro. Utilizando a rede Xbox Live, os jogadores puderam participar de pesquisas de opinião e se registrar para poder votar em novembro.

Turismo virtual coloca internauta em palácio imperial chinês

Os fãs da cultura que vivem a milhares de quilômetros de distância de Pequim podem agora visitar a famosa Cidade Proibida por meio de uma recriação tridimensional do vasto palácio. A reconstrução digital permite que os internautas se vistam como eunucos imperiais para um encontro com uma cortesã do palácio.

Uma das jóias da cultura chinesa, o imenso complexo no coração da capital recebe dezenas de milhares de visitantes ao dia.

Mas agora turistas on-line também podem assistir aos banquetes do último imperador da dinastia Qing, treinar grilos de combate e alimentá-los com mosquitos engordados com sangue, ou praticar arco e flecha com a ajuda de uma cortesã.

No palácio virtual, revelado na sexta-feira (10), eles também podem se vestir como se fossem integrantes do grande séquito do imperador. O usuário pode fazer o download gratuito do programa no site oficial.

“Quando você entra na Cidade Proibida, escolhe um entre nove possíveis trajes históricos, o que propicia não só uma sensação histórica mas uma sensação de decoro”, disse John Tolva, gerente de programa da IBM responsável pelo projeto, conhecido como “Além do Espaço e do Tempo”.

“Não se pode correr e não se pode voar”, acrescentou ele, restrições que servem para evitar distrações aos demais visitantes virtuais, que podem ser vistos e com os quais é possível interagir.

O programa não ignora os aspectos mais picantes da história imperial, em parte ditada pelas legiões de eunucos que controlavam porções da vida na corte e podiam ascender a posições de grande poder.

“Um dos trajes que se pode escolher é o de eunuco”, disse Paul Baker, vice-presidente da IBM, ainda que para evitar embaraços o avatar seja identificado apenas como “servo imperial”.

Os personagens também aparecem exercendo alguns dos papéis burocráticos que podem ter exercido centenas de anos atrás. “Há eunucos, por exemplo, nas cenas de aprovação de memoriais imperiais”, disse Tolva.

Os interessados em outros aspectos íntimos da vida do imperador têm a chance de observar de mais perto as mulheres escolhidas para servi-lo.

O museu espera que o programa, baseado em games, atraia novos fãs para esse marco histórico que sobreviveu em boa forma aos tumultos do século 20 na China.

Homem-Morcego perde a força e a graça no game ‘Lego Batman’

Jogo de ação explora pouco o universo do herói dos quadrinhos.
Vilões como Coringa e Pingüim dão o toque de humor fundamental.

A transformação de ícones pop em heróis feitos de Lego foi revolucionária em “Lego Star wars”, série de games criada em 2005. Mas a idéia, que parecia ter potencial infinito, perdeu força em “Lego Indiana Jones” e mostra evidentes sinais de esgotamento em “Lego Batman”.

Não se engane: quebrar bandidos feitos de Lego e coletar bloquinhos até perder a visão ainda é eternamente divertido, mas alguém com a importância do Homem-Morcego merece mais do que fases repetitivas e um leve “affair” com a Mulher-Gato.

A versão de brinquedo de Batman segue a estrutura dos jogos anteriores, com bonecos sem fala, referências aos filmes e a exigência de jogar diversas vezes a mesma fase para completar 100% do jogo.

Cenários sinistros, como a Batcaverna e o Asilo Arkham, ganharam um tom de ironia ao serem representados pelos bloquinhos de montar. Lá estão Robin, o mordomo Alfred e os diversos uniformes (cada um com uma função diferente) para ajudar o herói principal, mas tudo indica que algo não vai bem com Bruce Wayne.

Com um ar instrospectivo (e estamos falando de um Lego), Batman não inspira confiança e não convence como o herói implacável – apesar de ter alguns bons momentos durante as pancadarias.

O clima fica melhor com a trilha sonora pesada, mas as aventuras logo se mostram repetitivas e sem o charme que marcava cada episódio de “Lego Star wars”.

A lista de vilões inclui Coringa, Pingüim, Mulher-Gato e vários outros que ajudam a dar personalidade ao jogo. Como sempre, você pode coletar “studs” (peças que valem ponto) para depois comprar novos itens, veículos e acessórios.

Para os novatos na série Lego nos games, “Batman” não é a melhor escolha – comece por “Star wars”. Mas quem já cansou de explorar os jogos anteriores e perde horas de sono contando as horas para conhecer a Gotham City de brinquedo pode jogar sem medo: o pedigree Lego está presente, só não é tão eficaz como antes.

Produtoras de jogos para celular apostam em Nokia e Apple para 2009

As empresas que produzem jogos para celulares dizem que registrarão poucas vendas novas com os celulares Nokia N-Gage ou com o iPhone, da Apple, mas apostam que no ano que vem o mercado será estimulado à medida que os consumidores adquirirem mais celulares sofisticados como esses.

A Nokia lançou seu serviço N-Gage de jogos para celulares seis meses atrás, mas ele até agora não conseguiu muito impulso, já que os usuários precisam instalar sozinhos o serviço em seus aparelhos.
O que os executivos das empresas de jogos esperavam era um avanço semelhante ao propiciado pela App store do iPhone, com a qual os usuários têm acesso fácil à compra de novos jogos ou outros tipos de software.

Enquanto a Apple fala em colocar um total de 10 milhões de celulares no mercado, a posição de liderança que a Nokia tem no setor dá à empresa potencial de atingir uma audiência pelo menos 10 vezes maior.

Baixar e jogar

O mercado de jogos para celulares sofreu uma desaceleração inesperada no ano passado e muitos criadores de games e analistas apontam para falta de investimentos das operadoras de telecomunicações na divulgação desse produto.

“Os esforços de marketing vêm sendo um dos pontos dolorosos para o setor de jogos para celulares e a introdução de novas plataformas deu aos consumidores uma maneira realmente simples de descobrir e baixar games”, disse Greg Ballard, presidente-executivo da Glu Mobile, uma das maiores produtoras de jogos para celulares.

O N-Gage é uma plataforma de software que permite que um jogo, sem programação especial, possa ser rodado em diversos modelos de celulares e uma das bases da nova estratégia de serviços da Nokia.

“De muitas maneiras, o conceito do N-Gage reflete a percepção das pessoas de dentro do setor sobre como resolver os problemas de marketing que temos há muito tempo. Era como se um grupo de nós tivesse se reunido e dito que ‘ei, é assim que deveríamos fazer’”, afirmou Ballard.

Em 2009, a maior parte dos novos modelos de celulares multimídia da Nokia terão incorporado o serviço N-Gage.

Game ‘Halo 3′ ganha novas missões no Xbox 360 em 2009

Pacote ‘Recon’ terá protagonista e história inéditos. Disputas on-line também vão ganhar mais mapas.

A Microsoft anunciou nesta quinta (9), durante a Tokyo Game Show (TGS), um pacote de expansão para o jogo de tiro “Halo 3″, um dos mais populares do Xbox 360 .

“Halo 3: Recon” trará um novo personagem e contará os acontecimentos que antecedem “Halo 3″. Nesse universo, Master Chief é o herói que tenta evitar a extinção dos humanos na luta contra aliens.

“Recon” é independente do jogo original e chega às lojas em 2009. O jogo também terá novos mapas para partidas multiplayer e, segundo o comunicado oficial, vai exigir mais raciocínio tático do jogador.

“Halo 3″ é exclusivo para Xbox 360 e foi lançado em setembro de 2007 em 37 países. A série nasceu no Xbox em 2001 e, segundo a Microsoft, vendeu cerca de 24,8 milhões de cópias até hoje.

Musa dos games, Lara Croft ganha novos capítulos no Xbox 360

História de ‘Tomb raider: underworld’ terá 2 episódios via download.
Lara vai explorar mitologia nórdica e lugares como México e Tailândia.

A produtora Eidos anunciou nesta segunda (6) que as novas aventuras de Lara Croft vão ganhar episódios para download no Xbox 360. A história de “Tomb raider: underworld”, jogo com lançamento previsto para novembro, será expandida com dois capítulos que serão lançados via download exclusivo para o videogame da Microsoft.

O primeiro será “Beneath the ashes”, que chega antes do Natal. O segundo, “Lara´s shadow”, será lançado em 2009.

Os pacotes ainda não têm preço definido e devem acrescentar até seis horas de jogo ao título original, segundo a produtora.

“Tomb raider: underworld” também será lançado para PC, Wii, PlayStation 2 e 3 e o portátil Nintendo DS. Uma versão gratuita de demonstração do jogo deve estar disponível para download ainda em outubro.

Criada nos games em 1996, Lara Croft é a arqueóloga que virou musa no mundo virtual e chegou a ser interpretada por Angelina Jolie no cinema. Em “Tomb raider: underworld”, a Eidos promete explorar novos recursos da série, famosa pelos cenários mitológicos e pela representação da natureza de lugares exóticos. No roteiro da nova versão estão México, Tailândia e missões envolvendo a mitologia nórdica.

Game de tiro ‘Crysis’ ganha vida nova com pacote ‘Warhead’

Expansão revê briga de americanos, coreanos e aliens em paraíso tropical.
Por R$ 59,90, jogo de PC é escolha certeira para o final do ano.

“Eu sou britânico, seu idiota”, diz o agente Psycho Sykes em um dos primeiros momentos marcantes de “Crysis warhead”. A frase do novo (anti) herói serve tanto para corrigir seus inimigos norte-coreanos quanto para ilustrar as mudanças que o pacote de expansão traz para o jogo de tiro lançado em 2007. O que já era bom ficou melhor: liberdade de ação no campo de batalha, conflito final em clima cinematográfico e cenários paradisíacos – sejam eles congelados ou não.

Até o humor nos diálogos, teoricamente sérios, foi renovado. Psycho é um oficial rebelde e teimoso, que contrasta com o perfil “CDF” do aplicado Nomad, herói do primeiro jogo. Agora, afinal, nós somos britânicos.

“Crysis warhead” mantém os fundamentos do primeiro jogo, mas mostra melhorias consideráveis. Você comanda o agente Psycho Sykes, um dos coadjuvantes no jogo de 2007, que segue equipado com a nanosuit, armadura que permite turbinar características como força e velocidade e ainda ficar invisível. Talvez por ser um jogo mais curto, com uma campanha de cerca de 7 horas, “Warhead” tem um ritmo mais intenso que o jogo anterior, com uma construção de fases envolvente.

A história é a mesma do primeiro jogo, mas contada sob a ótica de um novo personagem. Forças especiais norte-americanas entram em confronto com a Coréia do Norte em uma ilha no mar das Filipinas. No meio do caminho surgem os alienígenas e seus planos de congelar a natureza exuberante com temperaturas de cerca de 130 graus negativos.

“Warhead” é exclusivo para PCs e chega às lojas brasileiras por R$ 59,90. Apesar de ser um pacote de expansão, ele não exige a instalação de “Crysis” e vem acompanhado de “Crysis Wars”, que traz novas opções e acrescenta 21 mapas às disputas multiplayer (modo on-line para diversos jogadores). Para quem acompanha os jogos de tiro, é um título que surge como um alívio. A produtora Crytek ouviu as reclamações, melhorou o que era possível e mostra que continua sendo uma das principais do gênero.

Não siga o modelo

“Crysis” trazia um imenso mundo aberto e dava ao jogador uma “máquina de guerra” com a qual explorar esse campo de batalha. Mas o ritmo irregular que enfraquecia alguns trechos do primeiro jogo ficou para trás em “Warhead”.

A chegada dos aliens e das “fases de gelo” aparecem bem cedo no jogo, o que dá força ao roteiro e consegue prender a atenção do jogador. Os mesmos alienígenas que protagonizavam a “parte chata” do primeiro jogo, agora cumprem um papel mais autêntico: são assustadores e onipresentes – mas nada que um lança-foguetes não resolva.

“Warhead” equilibra trechos de ação com observação estratégica de modo a permitir que você seja o dono da guerra ao mesmo tempo em que é surpreendido pelo cenário e pelos inimigos. É possível cumprir objetivos adotando diferentes estilos – desde o “Rambo”, atirando e explodindo tudo, até o “stealth”, infiltrando sem causar alarde.

As novidades “numeradas” que mais se destacam são uma nova arma de plasma, disponível pouco antes do confronto final, e uma nova espécie de alienígena – que não deve dar muito trabalho. Além, é claro, dos 21 novos mapas para jogos on-line presentes no pacote “Crysis wars”.

Quase no paraíso

“Warhead” conta a mesma história do jogo original, mas sob o ponto de vista de um outro personagem (Psycho). Isso significa que você terá algumas surpresas pelo caminho e conseguirá retomar fatos que não estavam muito claros. Por outro lado, certos momentos e trechos dos cenários podem parecer familiares demais.

O espetáculo visual de “Crysis” sofreu leves melhorias em “Warhead”. Faíscas, luzes, sombras e detalhes da vegetação “viva” do jogo ganharam mais detalhes. Ainda é necessário um computador potente para aproveitar esses recursos no nível máximo. A produtora Crytek anunciou que “Warhead” foi otimizado e, portanto, rodaria melhor que “Crysis”. Nos testes do G1, porém, um computador que supera a configuração mínima exigida ainda enfrentou queda de quadros por segundo (FPS) em determinados momentos.

“Warhead” é um jogo fundamental no gênero de tiro em primeira pessoa. O que já era bom em “Crysis” ficou melhor – e vai continuar melhorando quanto mais potente for seu computador.

Configuração mínima recomendada pelo fabricante:

Processador Pentium 4 2,8 GHz ou Athlon 2800 + (3,2 GHz no Windows Vista), 1 GB de memória RAM (1,5 GB no Vista), placa de vídeo GeForce 6800 GT ou Radeon 9800 Pro, 15 GB de espaço no HD

Max Payne: O Filme – Para gamer ver!

Vamos falár sério, agora: Max Payne é um baita jogo. Lembro que na época que eu vi, pensei “Caraca, conseguem fazer isso em um jogo?”

Max Payne tem uma história ótima, um clima e ambientação fantásticos, jogabilidade dez e o personagem principal é “o cara”. Tudo isso narrado num esquema noir, com toques de quadrinho de detetive. Nas mãos certas daria um ótimo filme.

A Fox achou o mesmo e, pelo que dá pra ver no trailer, não vai decepcionar. Mark Wahlberg como Payne pareceu uma escolha boa, e o diretor parece que gosta da gente.

O filme teve que sofrer algumas pequenas alterações para ser enquadrado como censura 13 anos nos Estados Neuróticos da América (antes que alguém fique preocupado com a censura: Duro de Matar 4.0 também era 13 anos). Mas já foi anunciado que uma Gamer Dedicated Cut vai ser lançada em DVD, com uma história mais lenta e com mais atmosfera — mais no clima do jogo.

Tomara que essa onda (de filmes baseados em games E bons) pegue.

Posts Anteriores
SEO Powered by Platinum SEO from Techblissonline