A Square-Enix e NeuroSky apresentarão o demo de um jogo que poderá ser controlado pela mente. O game, que será mostrado nesta quinta-feira, na Tokyo Game Show, rodará em um computador com Windows e o Mindsky – já comentado aqui no blog -, um headset leitor de mentes.
A desenvolvedora do Final Fantasy criou um software especialmente para o jogo funcionar com o aparelho da NeuroSky, que tem eletrodos que monitorarão as ondas cerebrais do jogador.
Não foi divulgado ainda quanto controle o cérebro terá sobre o jogo. De acordo com a Neurosky, o equipamento monitora o quanto o jogador está relaxado e concentrado. Será que esse negócio é muito complicado? Eu gosto de controlar o jogo com minha mente – apertando os botões do controle.
Pacote ‘Recon’ terá protagonista e história inéditos. Disputas on-line também vão ganhar mais mapas.
A Microsoft anunciou nesta quinta (9), durante a Tokyo Game Show (TGS), um pacote de expansão para o jogo de tiro “Halo 3″, um dos mais populares do Xbox 360 .
“Halo 3: Recon” trará um novo personagem e contará os acontecimentos que antecedem “Halo 3″. Nesse universo, Master Chief é o herói que tenta evitar a extinção dos humanos na luta contra aliens.
“Recon” é independente do jogo original e chega às lojas em 2009. O jogo também terá novos mapas para partidas multiplayer e, segundo o comunicado oficial, vai exigir mais raciocínio tático do jogador.
“Halo 3″ é exclusivo para Xbox 360 e foi lançado em setembro de 2007 em 37 países. A série nasceu no Xbox em 2001 e, segundo a Microsoft, vendeu cerca de 24,8 milhões de cópias até hoje.
Nenhum CEO chega à sua imponente sala sem uma saudável dose de narcisismo.
Mas depois de assistir ao primeiro episódio da série online “Back on Topps”, se tem a impressão de que Michael Eisner, ex-CEO da Disney, está loucamente apaixonado por si mesmo.
A série se assemelha a um projeto vaidosamente espalhafatoso por dois motivos.
Primeiro, porque é um comédia sobre executivos que chegam em uma companhia para inovar e Eisner realmente comprou a Topps no ano passado, por 380 milhões de dólares, com o objetivo de rejuvenescer a marca. Além disso, Eisner é freqüentemente um personagem em Topps – mas que não aparece.
Apesar da exagerada auto-estima da comédia, ela é um dos programas feitos para a internet mais divertidos.
Na série, os personagens Leyland e Leif Topps, potenciais sucessores ao cargo mais importante da empresa, ficam irritados quando descobrem que o seu querido tio Marvin Topps vendeu a companhia para para Eisner, que já está avaliando os dois funcionários rigidamente.
História de ‘Tomb raider: underworld’ terá 2 episódios via download.
Lara vai explorar mitologia nórdica e lugares como México e Tailândia.
A produtora Eidos anunciou nesta segunda (6) que as novas aventuras de Lara Croft vão ganhar episódios para download no Xbox 360. A história de “Tomb raider: underworld”, jogo com lançamento previsto para novembro, será expandida com dois capítulos que serão lançados via download exclusivo para o videogame da Microsoft.
O primeiro será “Beneath the ashes”, que chega antes do Natal. O segundo, “Lara´s shadow”, será lançado em 2009.
Os pacotes ainda não têm preço definido e devem acrescentar até seis horas de jogo ao título original, segundo a produtora.
“Tomb raider: underworld” também será lançado para PC, Wii, PlayStation 2 e 3 e o portátil Nintendo DS. Uma versão gratuita de demonstração do jogo deve estar disponível para download ainda em outubro.
Criada nos games em 1996, Lara Croft é a arqueóloga que virou musa no mundo virtual e chegou a ser interpretada por Angelina Jolie no cinema. Em “Tomb raider: underworld”, a Eidos promete explorar novos recursos da série, famosa pelos cenários mitológicos e pela representação da natureza de lugares exóticos. No roteiro da nova versão estão México, Tailândia e missões envolvendo a mitologia nórdica.
Expansão revê briga de americanos, coreanos e aliens em paraíso tropical.
Por R$ 59,90, jogo de PC é escolha certeira para o final do ano.
“Eu sou britânico, seu idiota”, diz o agente Psycho Sykes em um dos primeiros momentos marcantes de “Crysis warhead”. A frase do novo (anti) herói serve tanto para corrigir seus inimigos norte-coreanos quanto para ilustrar as mudanças que o pacote de expansão traz para o jogo de tiro lançado em 2007. O que já era bom ficou melhor: liberdade de ação no campo de batalha, conflito final em clima cinematográfico e cenários paradisíacos – sejam eles congelados ou não.
Até o humor nos diálogos, teoricamente sérios, foi renovado. Psycho é um oficial rebelde e teimoso, que contrasta com o perfil “CDF” do aplicado Nomad, herói do primeiro jogo. Agora, afinal, nós somos britânicos.
“Crysis warhead” mantém os fundamentos do primeiro jogo, mas mostra melhorias consideráveis. Você comanda o agente Psycho Sykes, um dos coadjuvantes no jogo de 2007, que segue equipado com a nanosuit, armadura que permite turbinar características como força e velocidade e ainda ficar invisível. Talvez por ser um jogo mais curto, com uma campanha de cerca de 7 horas, “Warhead” tem um ritmo mais intenso que o jogo anterior, com uma construção de fases envolvente.
A história é a mesma do primeiro jogo, mas contada sob a ótica de um novo personagem. Forças especiais norte-americanas entram em confronto com a Coréia do Norte em uma ilha no mar das Filipinas. No meio do caminho surgem os alienígenas e seus planos de congelar a natureza exuberante com temperaturas de cerca de 130 graus negativos.
“Warhead” é exclusivo para PCs e chega às lojas brasileiras por R$ 59,90. Apesar de ser um pacote de expansão, ele não exige a instalação de “Crysis” e vem acompanhado de “Crysis Wars”, que traz novas opções e acrescenta 21 mapas às disputas multiplayer (modo on-line para diversos jogadores). Para quem acompanha os jogos de tiro, é um título que surge como um alívio. A produtora Crytek ouviu as reclamações, melhorou o que era possível e mostra que continua sendo uma das principais do gênero.
Não siga o modelo
“Crysis” trazia um imenso mundo aberto e dava ao jogador uma “máquina de guerra” com a qual explorar esse campo de batalha. Mas o ritmo irregular que enfraquecia alguns trechos do primeiro jogo ficou para trás em “Warhead”.
A chegada dos aliens e das “fases de gelo” aparecem bem cedo no jogo, o que dá força ao roteiro e consegue prender a atenção do jogador. Os mesmos alienígenas que protagonizavam a “parte chata” do primeiro jogo, agora cumprem um papel mais autêntico: são assustadores e onipresentes – mas nada que um lança-foguetes não resolva.
“Warhead” equilibra trechos de ação com observação estratégica de modo a permitir que você seja o dono da guerra ao mesmo tempo em que é surpreendido pelo cenário e pelos inimigos. É possível cumprir objetivos adotando diferentes estilos – desde o “Rambo”, atirando e explodindo tudo, até o “stealth”, infiltrando sem causar alarde.
As novidades “numeradas” que mais se destacam são uma nova arma de plasma, disponível pouco antes do confronto final, e uma nova espécie de alienígena – que não deve dar muito trabalho. Além, é claro, dos 21 novos mapas para jogos on-line presentes no pacote “Crysis wars”.
Quase no paraíso
“Warhead” conta a mesma história do jogo original, mas sob o ponto de vista de um outro personagem (Psycho). Isso significa que você terá algumas surpresas pelo caminho e conseguirá retomar fatos que não estavam muito claros. Por outro lado, certos momentos e trechos dos cenários podem parecer familiares demais.
O espetáculo visual de “Crysis” sofreu leves melhorias em “Warhead”. Faíscas, luzes, sombras e detalhes da vegetação “viva” do jogo ganharam mais detalhes. Ainda é necessário um computador potente para aproveitar esses recursos no nível máximo. A produtora Crytek anunciou que “Warhead” foi otimizado e, portanto, rodaria melhor que “Crysis”. Nos testes do G1, porém, um computador que supera a configuração mínima exigida ainda enfrentou queda de quadros por segundo (FPS) em determinados momentos.
“Warhead” é um jogo fundamental no gênero de tiro em primeira pessoa. O que já era bom em “Crysis” ficou melhor – e vai continuar melhorando quanto mais potente for seu computador.
Configuração mínima recomendada pelo fabricante:
Processador Pentium 4 2,8 GHz ou Athlon 2800 + (3,2 GHz no Windows Vista), 1 GB de memória RAM (1,5 GB no Vista), placa de vídeo GeForce 6800 GT ou Radeon 9800 Pro, 15 GB de espaço no HD
Vamos falár sério, agora: Max Payne é um baita jogo. Lembro que na época que eu vi, pensei “Caraca, conseguem fazer isso em um jogo?”
Max Payne tem uma história ótima, um clima e ambientação fantásticos, jogabilidade dez e o personagem principal é “o cara”. Tudo isso narrado num esquema noir, com toques de quadrinho de detetive. Nas mãos certas daria um ótimo filme.
A Fox achou o mesmo e, pelo que dá pra ver no trailer, não vai decepcionar. Mark Wahlberg como Payne pareceu uma escolha boa, e o diretor parece que gosta da gente.
O filme teve que sofrer algumas pequenas alterações para ser enquadrado como censura 13 anos nos Estados Neuróticos da América (antes que alguém fique preocupado com a censura: Duro de Matar 4.0 também era 13 anos). Mas já foi anunciado que uma Gamer Dedicated Cut vai ser lançada em DVD, com uma história mais lenta e com mais atmosfera — mais no clima do jogo.
Tomara que essa onda (de filmes baseados em games E bons) pegue.
A Gameloft anunciou hoje o desenvolvimento de dez jogos para a Android, uma plataforma aberta para telefones celulares. O primeiro jogo Bubble Bash, será lançado no ínicio de 2009.
“A vontade e o impulso em trabalhar com essa plataforma vêm crescendo há algum tempo”, revela Michel Guillemot, presidente e CEO da Gameloft. “Planejamos ter jogos totalmente compatíveis com a Android, principalmente porque ela possibilita que os usuários tenham uma melhor e mais rica experiência de jogo”, enfatiza o executivo.
A Android é uma plataforma aberta para telefones celulares, que incorpora ítens extensivos de multimídia, e é compatível com aparelhos que proporcionam uma experiência superior de jogo devido a melhores gráficos, touch screen e acelerômetro.
Pacote inclui cesta de doces, acesso ilimitado a 20 games e ao Wii Fit.
Valor do serviço, disponível em seis hotéis, está incluso na diária.
A rede Marriot International passou a disponibilizar para seus hóspedes um serviço com jogos do console de videogame Wii em seis hotéis nos Estados Unidos. O pacote inclui acesso ilimitado a 20 games (entre eles “Mario Kart”, “Super Mario Galaxy” e “Wii Sports”), ao Wii Fit e também uma cesta com doces entregue no início da hospedagem.
Nos quartos onde o serviço está disponível, o usuário não tem acesso ao console de videogame ou aos discos, mas sim a um sistema exibido na TV. “Com um menu intuitivo, os hóspedes só precisam apontar o controle do Wii para o game e começar a jogar imediatamente. Mais jogos populares serão acrescentados ao menu, conforme forem lançados”, diz um comunicado da rede.
O preço do serviço está incluso na diária do quarto de hotel. No New York Marriott Marquis, por exemplo, esse valor vai de US$ 400 a US$ 700, dependendo das instalações.
O pacote do Wii também é oferecido nos hotéis Renaissance New York Hotel Times Square, Boston Marriott Cambridge, Bethesda Marriott Suites, Annapolis Marriott Waterfront e JW Marriott Desert Ridge Resort & Spa, em Phoenix. Nesse último hotel, o pacote com jogos do Wii não está nos quartos, somente no lounge.
O que alguns gamers talentosos fazem com tempo de sobra nas mãos nunca deixa de me impressionar. E mais uma vez, fiquei de queixo completamente caído. Um coreano fanático por Starcraft (acho que todos eles são) recriou com um nível de fidelidade assustador, a facção Terran em Spore!
Tem alguém aí que ainda duvida da qualidade e flexibilidade das ferramentas de criação contidas neste épico da Maxis?
A versão para PC do ultra violento The Suffering, é agora oferecido em um preço imbatível. De graça! Esta gratuitdade, no entanto, vem às custas da exposição de propagandas. Ainda não baixei pra ver a quantidade delas, mas vale a pena checar.
The Suffering se passa em uma penitenciária de segurança máxima, assombrada por aparições grotescas e perturbadoras.
O jogador assume o papel de Torque, um prisioneiro condenado à pena máxima que deve encarar muito mais que seus conflitos pessoais e a triste realidade do corredor da morte. A prisão esconde segredos muito mais aterradores que enfrentar a própria morte.