Produtoras de jogos para celular apostam em Nokia e Apple para 2009

As empresas que produzem jogos para celulares dizem que registrarão poucas vendas novas com os celulares Nokia N-Gage ou com o iPhone, da Apple, mas apostam que no ano que vem o mercado será estimulado à medida que os consumidores adquirirem mais celulares sofisticados como esses.

A Nokia lançou seu serviço N-Gage de jogos para celulares seis meses atrás, mas ele até agora não conseguiu muito impulso, já que os usuários precisam instalar sozinhos o serviço em seus aparelhos.
O que os executivos das empresas de jogos esperavam era um avanço semelhante ao propiciado pela App store do iPhone, com a qual os usuários têm acesso fácil à compra de novos jogos ou outros tipos de software.

Enquanto a Apple fala em colocar um total de 10 milhões de celulares no mercado, a posição de liderança que a Nokia tem no setor dá à empresa potencial de atingir uma audiência pelo menos 10 vezes maior.

Baixar e jogar

O mercado de jogos para celulares sofreu uma desaceleração inesperada no ano passado e muitos criadores de games e analistas apontam para falta de investimentos das operadoras de telecomunicações na divulgação desse produto.

“Os esforços de marketing vêm sendo um dos pontos dolorosos para o setor de jogos para celulares e a introdução de novas plataformas deu aos consumidores uma maneira realmente simples de descobrir e baixar games”, disse Greg Ballard, presidente-executivo da Glu Mobile, uma das maiores produtoras de jogos para celulares.

O N-Gage é uma plataforma de software que permite que um jogo, sem programação especial, possa ser rodado em diversos modelos de celulares e uma das bases da nova estratégia de serviços da Nokia.

“De muitas maneiras, o conceito do N-Gage reflete a percepção das pessoas de dentro do setor sobre como resolver os problemas de marketing que temos há muito tempo. Era como se um grupo de nós tivesse se reunido e dito que ‘ei, é assim que deveríamos fazer’”, afirmou Ballard.

Em 2009, a maior parte dos novos modelos de celulares multimídia da Nokia terão incorporado o serviço N-Gage.

Consoles perderão exclusividade em games

O aumento no custo de desenvolvimento de videogames pode obrigar fabricantes de consoles como a Microsoft e a Sony a criarem mais títulos próprios, já que os estúdios não estão interessados em distruibuição exclusiva.

A estréia do “Metal Gear Solid 4”, da Konami, em junho, título que só funciona no PlayStation 3, ajudou a diminuir a diferença entre o líder de mercado Wii, da Nintendo, e o console da Sony, por exemplo.

Porém, para o analista de videogames da Wedbush Morgan, Michael Pachter, esse tipo de acordo que limita a distribuição de um jogo a apenas um console vai desaparecer.

“O custo de desenvolver um game é tão alto que é necessário vender o máximo possível de unidades”, disse Pachter. “Não haverá mais como ignorar metade do mercado vendendo licenças de exclusividade para fabricantes de consoles”, ele explicou.

As fabricantes de programas gastam normalmente de 20 a 50 milhões de dólares para criar um jogo.

“O fato de não existir um console realmente dominante no mercado impede os estúdios de direcionarem sua produção a apenas um aparelho”, disse o analista da BMO Capital Markets, Ed Williams.

Nova tecnologia promete popularizar jogos com visão 3D

Combinação de óculos e monitor especial garante ‘imersão’ em games.
Primeiros produtos só devem chegar ao mercado no final do ano.

A terceira dimensão, já explorada nos cinemas há decadas, é a nova fronteira do desenvolvimento dos jogos para computador. Na segunda-feira (25), foi anunciada a tecnologia chamada “Stereoscopic 3D”, que transforma o visual dos games e cria uma sensação de imersão inédita.
Quem olha de longe vê apenas uma tela borrada; quem usa o óculos 3D específico, porém, tem a sensação de estar dentro das batalhas de “Age of empires” ou das corridas de “Grid”, como se os cenários saíssem para fora da tela.

A nova tecnologia não vai exigir atualizações nos jogos, mas só estará disponível em sistemas com placas de vídeo da marca GeForce, da Nvidia. Além disso, o jogador precisará de um monitor especial, baseado no padrão de 120 MHz, mas que também pode ser usado para as atividades comuns de qualquer usuário. Até o momento, apenas a ViewSonic anunciou seus monitores “prontos para o 3D” – sem preço definido, mas que devem chegar ao mercado até o final de 2008.

Segundo a Nvidia, já existem mais de 350 jogos no mercado que são compatíveis com a tecnologia. Durante a conferência de abertura do Nvision, evento de computação gráfica que acontece em San José (Califórnia, EUA), Jen-Hsun Juang fez uma demonstração em uma sala de cinema. O co-fundador da empresa apresentou um vídeo em computação gráfica que mostrava um guerreiro sendo seduzido por uma Medusa. Quem usava os óculos ficou impressionado com o resultado.

A seguir foi apresentado um exemplo em tempo real: o jogo de estratégia “Age of empires III” (2005). O menu de opções já apresentava mudanças significativas, com uma sensação de profundidade bastante detalhada. Durante o jogo, o cenário ganhou vida nova: castelos, explosões e exércitos que se movimentavam pelo campo de batalha pareciam mais reais do que nunca.

As empresas envolvidas na parceria não confirmaram se há planos de levar a tecnologia para os consoles da nova geração, como Xbox 360 e PlayStation 3.

No videogame, Jogos Olímpicos de Pequim passam longe do pódio

Poucas combinações são mais fáceis de dar certo do que a união de esporte e videogame. Basta ver o número de títulos de games de sucesso inspirados em esportes, como as séries “Winning Eleven”, “Fifa”, “Top Spin”, “Virtua Tennis” e “Tony Hawk”, só para dar alguns exemplos.

A conversão do “jogo” físico para o “jogo” eletrônico precisa de menos artifícios de narração do que, por exemplo, um game de tiro. Não é preciso inventar uma pontuação: ela já existe. Gol é gol, cesta é cesta, e quem passa antes na linha de chegada sobe no pódio. A maioria dos “atletas do joystick” já conhece as regras, basta entender os comandos.

Ainda assim, partindo com tantas vantagens, a versão eletrônica do maior evento esportivo do mundo consegue decepcionar o jogador.

Produzido pela Sega, “Beijing 2008″ (disponível para PC, Xbox 360 e PlayStation 3) tenta ser o mais completo simulador de esportes olímpicos já feito: o jogador pode competir em 38 eventos, de modalidades como atletismo, ginástica, tiro, natação, saltos ornamentais, levantamento de peso, tênis de mesa, ciclismo e judô, entre outros. É um cardápio extenso, mas nenhum prato é bem feito.

Graficamente, é bom dizer, o game está perfeito. A reprodução dos cenários é bem cuidada, e os movimentos dos atletas dão a impressão de se estar vendo uma prova de verdade. Mas isso é fácil com a tecnologia de hoje em dia, levando em conta o poder de processamento dos sistemas Xbox 360 e PlayStation 3, e das placas de vídeo mais recentes disponíveis para computador.

Hoje, o verdadeiro desafio é a jogabilidade. E é nesse ponto que “Beijing 2008″ fracassa. Em primeiro lugar porque cada modalidade exige que o jogador aprenda uma seqüência de comandos – que, na maioria das vezes, não faz sentido algum. Aliás, é praticamente inaceitável que um game moderno obrigue o jogador a assistir seqüências intermináveis de instruções. Títulos como “Gears of war” e “Grand theft auto IV” já mostraram que é possível ensinar os comandos durante o jogo, transformando o chamado “tutorial” em uma parte natural da narrativa.

Em segundo lugar, quase todos os eventos esportivos exigem comandos repetitivos, que lembram o velho “Decathlon”, do Atari. Aliás, se é para ficar apenas apertando um botão ou mais, ou jogando a alavanca de comando para a esquerda e para a direita, prefiro ressuscitar o velho joystick do Atari, mais resistente do que os controles dos sistemas de última geração.

Há, é claro, alguns pequenos pontos que merecem elogios. O sistema de partida nas provas de corrida, por exemplo, é inovador, e reproduz muito bem a tensão dos atletas enquanto aguardam o tiro de largada. É preciso segurar o gatilho e encher uma “barra” de energia, mas não antes de o juiz dar o tiro. Funciona muito bem. O judô e os saltos ornamentais são razoavelmente divertidos, apesar de os comandos não fazerem muito sentido – é preciso sempre aturar a tela de instruções para cada modalidade…

Quem quiser sentir como é o jogo oficial, pode visitar o site das Olimpíadas, que oferece uma versão em Flash com a reprodução de três modalidades presentes no game completo: tiro com arco, levantamento de peso e saltos ornamentais.

Tailândia acha que os jogos são PERIGOSOS; até fez um Top 10

Sagat

Sagat

No começo da semana a Tailândia, terra conhecida dos gamers por seus habitantes ilustres como Sagat, Adon e M. Bison, foi palco de um crime estúpido e revoltante que colocou mais polêmica no currículo da série GTA. Um jovem de lá assassinou um taxista “para ver se era tão fácil quanto em Grand Theft Auto IV”. Como a culpa é CLARAMENTE do jogo em questão, e não da cabeça cheia de merda do jovem sociopata, o jogo foi banido das lojas pelo governo local. O rapaz descobriu que fugir da polícia não é tão fácil quando no GTA e foi preso.

Agora o Ministro da Saúde da Tailândia divulgou a super necessária lista com os 10 jogos mais perigosos. Confira:

01 » Grand Theft Auto (série)
02 » Manhunt
03 » Scarface: The World is Yours
04 » 50 Cent: Bulletproof
05 » 300: The Game (March to Glory)
06 » The Godfather
07 » Killer 7
08 » Resident Evil 4
09 » God of War
10 » Hitman: Blood Money

Repetindo: estes jogos são PERIGOSOS. Os jogos são PERIGOSOS! Não as pessoas, os jogos! Se você encontrar qualquer um deles na rua (especialmente o número 4), saia correndo, tranque-se em casa com seu kit de sobrevivência e chame uma autoridade.

Toda lista é polêmica, mas, embora algumas escolhas do ministro tailândes sejam óbvias, me espantei com a presença de dois jogos aí: o primeiro é “300: March to Glory“, adaptação tosca do filme 300, para o PSP. Acho que é a primeira vez que vejo uma notícia relacionada ao jogo desde que ele foi lançado e em seguida rapidamente esquecido.

O outro jogo que me chamou a atenção é Killer 7, jogo do mesmo criador de No More Heroes, Suda 51. Sensacional! O ministro deve jogar muito! Queria que um dia um político brasileiro conseguisse citar um jogo desse naipe e não “Pac Man”, “Doom” e “Counter Strike”. Ou não.

[via Hardgamer]

Videogame ajuda jovens pacientes de câncer a tomar remédios

Jogar um videogame especialmente projetado pode ajudar pacientes adolescentes e jovens com câncer a seguir melhor os tratamentos prescritos, de acordo com um relatório publicado pela revista “Pediatrics”.

“Os videogames direcionados podem ajudar a melhorar a vida dos jovens com câncer e, o mais importante, ajudar a melhorar sua adesão aos tratamentos”, disse à Reuters a diretora científica do estudo, Pamela M. Kato, do University Medical Center Utrecht, na Holanda.

Seguir corretamente o tratamento é um problema grave nessa faixa etária, apontaram Kato e colegas no relatório.

Embora melhoras dramáticas nos índices de sobrevivência tenham sido registradas em pacientes pediátricos de câncer, o número de mortes entre adolescentes e jovens adultos não seguiu essa tendência. “Eles são um grupo um tanto difícil, que fica um pouco perdido no sistema”, acrescentou Kato.

Testes

Para estudar se o uso de um videogame poderia ajudar, os pesquisadores designaram aleatoriamente 375 pacientes, homens e mulheres entre 13 e 29 anos em tratamento em hospitais dos Estados Unidos, Canadá e Austrália, para jogar “Re-Mission” ou “Indiana Jones and the Emperor’s Tomb”.

No “Re-Mission”, desenvolvido pela HopeLab, uma empresa sem fins lucrativos sediada na Califórnia, os jogadores controlam um pequeno robô chamado Roxxi, que se movimenta em um ambiente tridimensional representando o interior do corpo de um jovem paciente com câncer.

Os jogadores podem usar o Roxxi para detonar células cancerosas e controlar os efeitos colaterais. Vencer o jogo requer que os remédios de quimioterapia e antibióticos sejam tomados corretamente, uso de técnicas de relaxamento, boa alimentação e outras formas de cuidado pessoal.

O acompanhamento eletrônico demonstrou que, no grupo do “Re-Mission”, houve melhora de 16% no uso dos antibióticos, com os pacientes usando 62,3% do total de remédios prescritos, ante 52,5% no grupo de controle. A adesão à quimioterapia padrão também foi maior no grupo do “Re-Mission”.

Até onde vai um Game Maníaco?

Existe limites para o vício em games? Já foram postados aqui outros artigos sobre situações onde o vício e a vontade de estar sempre ligado aos games foi levada ao extremo, hoje, sigo com mais uma situação onde podemos perceber o tamanho da criatividade destas pessoas.

Dá para imaginar a casa, o quarto, o lugar onde este ser humano habita? Para levar um controle de nintendo dentro do motor do carro, no mínimo sua casa deve ser também Game Maníaca.

O que você achou? Podemos chamar isto de Tuning? Dê sua opnião. Até mais!

Jogue via Celular contra pedestres na rua

Jogue via celular contra pedestres na rua. Esta é a promessa da MegaPhone ao lançar sua plataforma de jogo colaborativo. A idéia consiste em ter telões espalhados pelas ruas, ou em lugares menores como shoppings e etc para que pessoas conectem-se via celular e joguem uns contra os outros, enfrentando-se em jogos online.

A empresa define o produto como:

“MegaPhone is a Real-time Multi-player Collaborative Gaming Platform for big screens in public spaces”.

- Como funciona?

Você tendo sinal de celular, se conecta a um servidor onde o jogo está hospedado e disponível via internet e o jogo está feito, acontece naturalmente.

A idéia e a tecnologia são bem interessantes, as pessoas jogam/interagem num telão através de seus celulares (teclado ou voz) , basta saber se vai “pegar” como nova ferramenta para ações de marketing e entretenimento.

Wii Sports como você NUNCA viu Antes

Você tem um Wii? É viciado em Wii Sports? Adora o joguinho de Tênis e ama jogar um Boxe? Suas preferências estão prestes a mudar. Dentro do Wii Sports, nunca vi muita graça no Boliche. Na verdade, bons mesmos são os jogos onde você pode enfrentar diretamente um oponente, um amigo, usando um dos outros controles. De qualquer forma, minha opinião sobre o Wii Boliche mudou depois da foto abaixo. E você, o que achou? :) Deixe um recado abaixo contando sua opniao. Um forte abraço!
Gostosa Wii

Gostosa Wii

O Wii Sports é um game para o console Nintendo Wii que consiste em uma colectânea de esportes variados: tênis, boliche, boxe, golfe e beisebol. O Wii Sports já vem incluso com o console (somente para a versão americana e europeia).

Electronic Arts anuncia Prejuízo

A empresa de videogames Electronic Arts divulgou um prejuízo trimestral maior que o esperado nesta terça-feira (29), o que levou suas ações a uma queda de quase 3%.

A perda líquida foi de US$ 95 milhões, ou US$ 0,30 por ação, comparada com um prejuízo de US$ 132 milhões, ou US$ 0,42 por ação, no mesmo período do ano passado, de acordo com o balanço da companhia.

A empresa informou que seu prejuízo ajustado foi de US$ 0,42 por ação, enquanto a expectativa dos analistas era de US$ 0,35, segundo a Reuters Estimates.

A receita líquida da empresa subiu para US$ 804 milhões, ante os US$ 395 milhões faturados um ano antes.

Os papéis da Electronic Arts sofreram queda de 2,7% no mercado after-hours, para US$ 46,10, depois de fecharem a US$ 47,40.

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