Acessório da Logitech tem corpo de madeira e acabamento especial. Controle chega aos EUA por US$ 250, preço de um Nintendo Wii.

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Wireless Guitar Controller Premiere Edition, da Logitech, faz parte de uma linha especial de controles para games de música. A guitarra sem fio funciona com duas pilhas (Foto: Divulgação)

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Controle sem fio é compatível com toda a linha ‘Guitar hero’ no PlayStation 3 e com ‘Guitar hero: world tour’ no PlayStation 2 (Foto: Divulgação)
Há dez meses, o jogo ‘Rock Band’ virou febre ao permitir que qualquer um pudesse se sentir integrante de um conjunto de rock. Parecia ser uma pequena evolução da série ‘Guitar Hero’, um ‘simulador de guitarra’ disponível há mais tempo, mas ao adicionar bateria e microfone à equação, ‘Rock Band’ revolucionou até o mercado de música. Hoje, a venda de faixas extras para o jogo faz frente até ao serviço iTunes, que comercializa canções para o iPod e o iPhone.
O Rock Band original, assim como o Nintendo Wii, conseguiu resgatar o espírito original dos videogames – uma diversão feita ser aproveitada em grupo – ao mudar a interface, ou a forma pela qual o jogador se comunica com o aparelho. Ao trocar o joystick e seu conjunto de botões por instrumentos que fazem sentido, Rock Band atraiu um público que normalmente não chegaria perto de um videogame. É um feito.
Mas e o Rock Band 2? Pois bem, direto ao ponto: quase todas as pequenas mudanças feitas em relação ao game original são benéficas ao jogador. A lista de seleção de canções, por exemplo, traz mais informações do que apenas o nome da música. Você passa a ver a capa do disco, o ano da gravação, e uma tabela com a dificuldade do jogo para cada instrumento musical.
O modo carreira, que era extremamente simples no jogo original, ganhou ares de “aventura”. Antes, bastava tocar as cinco músicas de cada palco para passar para o próximo. Agora, você tem a opção de escolher seu caminho. Tocar em palcos diferentes na mesma cidade, em busca de dinheiro ou fãs. Para adicionar músicas ao repertório, é preciso encarar desafios contra outras bandas. E, para conseguir chegar até cidades mais distantes, sua banda vai ter que ganhar uma van, ou mesmo um ônibus. Para isso, mais desafios.
Talvez a mudança mais polêmica seja no repertório. Se o primeiro ‘Rock Band’ já trazia um espírito diferente da série ‘Guitar Hero’, adicionando um tom mais pop, o novo jogo é ainda mais eclético. Para se ter uma idéia, a primeira música da lista é ‘Eye of the Tiger’, trilha sonora do filme ‘Rocky III’.
Misturar Duran Duran e Bob Dylan é uma boa escolha? Depende. É possível argumentar que, ao apostar em uma trilha mais variada, os produtores vão conseguir atrair mais jogadores. Mas também, por um lado, o game vai irritar pessoas com um gosto musical mais restrito.
Os ‘metaleiros’, por exemplo, vão ter que aturar Alanis Morissette e Jon Bon Jovi. Enfim, para jogar ‘Rock Band 2′, é bom ter um pingo de tolerância.
Em breve será lançada uma versão Gospel do jogo Guitar Hero
Uma empresa norte-americana de jogos de temática religiosa, Digital Praise, vai lançar uma versão do game Guitar Hero com músicas cristãs.
O Guitar Praise vem com 52 canções de rock cristão, com sucessos dos anos 80, 90 e atuais. O game já pode ser encomendado no site da produtora por cerca de R$ 162, que vem com guitarra e software.
Pegue sua gutarra e toque com as melhores bandas cristãs – são os dizeres do site, na página de pré-venda do game.
O game será lançado em setembro com versões para PC e Mac.

Os acionistas da Activision devem aprovar uma fusão com a Vivendi Games nesta terça-feira (8), o que permitirá que a transação seja concluída em alguns dias e criará um novo gigante no mercado mundial de videogames, que cresce rapidamente.
Os termos do acordo, anunciado em dezembro, avaliam a nova Activision Blizzard em US$ 18,9 bilhões. A atual líder do setor de games, Electronic Arts, tinha capitalização de mercado de US$ 14,1 bilhões no fechamento das bolsas segunda-feira, de acordo com a Hollywood Reporter, que citou dados do Yahoo Finance.
O mais importante para Wall Street é que, enquanto a EA vem divulgando prejuízos, a Activision Blizzard, na qual a Vivendi deterá uma ligeira maioria, promete ser a mais lucrativa das empresas de videogames, e promover crescimento saudável em seu lucro.
“Não me importa quem é a maior, quem é a segunda”, disse Daniel Ernst, analista da Hudson Square Research. “O crescimento dos lucros é o que conta, para os investidores.”
A Activision Blizzard está posicionada para garantir esse crescimento, ao reunir alguns dos jogos de maior sucesso, como o “World of Warcraft”, da Vivendi, que controla porção significativa do mercado de jogos on-line para múltiplos jogadores, e “Guitar hero”, da Activision.
Os analistas dizem que a união permitirá que a respeitada máquina de vendas e marketing da Activision ganhe acesso à Ásia, onde a Vivendi já está presente, e potencialmente conduza novos produtos da parceira, como a série de videogames Bourne, a novas alturas.
A despeito das expectativas iniciais de alguns investidores a fusão não levou a uma onda de acordos semelhantes no setor. Mas os analistas dizem que o alcance mundial da nova líder e a diversidade de suas plataformas de videogame terão efeito importante sobre a maneira pela qual cada produtora de videogame reflete sobre seu negócio.
“O que isso faz é criar a primeira produtora de videogames com alcance (verdadeiramente) mundial, nos Estados Unidos, Europa e Ásia”, incluindo o emergente mercado chinês, disse Edward Williams, analista da BMO Capital Markets.
O videogame mais bem-sucedido comercialmente nos Estados Unidos, o “Guitar hero”, bem que tentou, mas não conseguiu convencer os integrantes remanescentes do Led Zeppelin de produzir um título próprio com os clássicos da banda.
Recentemente, o Aerosmith lançou uma edição especial do “Guitar hero” que mostra as versões animadas dos integrantes do grupo. Todas os títulos da franquia venderam nos Estados Unidos, no ano passado, um total de US$ 820 milhões.
O grande problema para o guitarrista Jimmy Page é ceder as gravações originais do quarteto inglês para criar o game, segundo o “The Wall Street Journal”.
A inclusão de músicas em títulos como “Guitar hero” e “Rock band” têm sido bastante lucrativo para artistas. Além de receber royalties pela participação, a exposição nos games têm turbinado as vendas de discos. As vendas de “Same old song and dance”, do Aerosmith, subiram 130% depois do lançamento de “Guitar hero”.
“O dinheiro não é o problema”, afirma Peter Mensch, que agencia Jimmy Page.
A Electronic Arts anunciou nesta segunda (30) que o jogo de música “Rock band 2″ será lançado para o videogame Xbox 360 em setembro deste ano. Segundo os produtores, o game ganhará versões para todas as outras “plataformas relevantes” ainda em 2008.
“Rock band 2″ terá uma nova bateria e “periféricos de guitarra”, segundo o comunicado oficial. A empresa não divulga, porém, quais seriam os novos acessórios. Em “Rock band”, lançado em 2007, o jogador utiliza controles especiais em formato de guitarra, bateria e microfone para tocar músicas famosas adaptadas para os palcos virtuais.
A possibilidade de tocar como uma “banda completa” é uma das principais vantagens do jogo em relação ao rival “Guitar hero”, que até o momento conta apenas com o controle em forma de guitarra.
“Rock band 2″ será compatível com os instrumentos e as músicas compradas por download na primeira versão do jogo. Quem tiver o “Rock band” original também poderá comprar as músicas do catálogo on-line do novo jogo.
Os produtores não divulgaram nomes das bandas que estarão no jogo, mas prometem a “maior e mais diversificada” lista de músicas.
Pelas redes on-line do Xbox 360 e do PlayStation 3 o usuário pode comprar músicas adicionais para tocar em “Rock band” desde novembro de 2007. Segundo os produtores, o catálogo com mais de 200 músicas já teve mais de 15 milhões de downloads pagos até o momento.
Fonte: G1