Campeonato de Pokémon reúne 400 jogadores nos Estados Unidos

Representantes de 30 países disputaram partidas no videogame portátil DS.
Torneio na Flórida dá prêmios e bolsas de estudo aos vencedores.

Pokémon (ポケットモンスター, Poketto Monsutā?, japonês para Monstros de Bolso) é uma marca japonesa mundialmente conhecida que engloba uma variada gama de produtos. Dividida em várias mídias, foi iniciada com o jogo eletrônico Pokémon Red & Green, para o video game portátil Game Boy, em Fevereiro de 1996. Pokémon é a criação do programador japonês Satoshi Tajiri e seu amigo, o desenhista e designer Ken Sugimori. Após seus primeiros jogos, vários outros foram produzidos, num total de 27, e a série se expandiu para vários mangás, um jogo de cartas oficial, um anime, hoje em sua 11ª temporada, e 11 filmes já lançados, além de um em produção. Pokémon tornou-se um marco na cultura pop dos anos 90 e a venda de seus jogos ultrapassou 180 milhões de unidades em todo o mundo, o que levou a série a ser a segunda mais vendida da Nintendo e também de todo o mundo, ambas as vezes atrás apenas de os jogos da série Mario Bros.

Pokemon

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O japonês Yasuhisa Hosono, de 11 anos, lamenta derrota na fase eliminatória do ‘Pokemon Video Game Showdown’ em Orlando (Flórida, EUA) neste sábado (16). Mais de 400 jogadores, de 30 países diferentes, se enfrentaram em busca de prêmios e bolsas de estudo (Foto: Phelan M. Ebenhack/Pokemon USA/AP)

A Nintendo entra na Guerra Contra a Pirataria

A Nintendo afirmou recentemente que abriu um processo nas cortes e tribunais mundias contra cinco empresas japonesas culpadas de importação e venda ilegal de equipamentos que permitem que programas e jogos copiados ilegalmente sejam executados no portátil DS, os chamados Chips ou ModChips.

A Nintendo afirmou também que abriu o processo em um tribunal de Tóquio juntamente com outras 54 empresas japonesas desenvolvedoras de software.

No processo a Nintendo quer a proibição de importação e venda do R4 Revolution for DS e de outros aparelhos semelhantes que emulam o console portátil e são distribuídos pela JNH Co. e outras quatro companhias, informou a agência Kyodo. Um porta-voz das cinco empresas não comentou o assunto.

Nintendo descarta corte de preços de Wii e DS em 2008

Nos EUA eles são vendidos a US$ 250 e US$ 130, respectivamente.
Terceira maior empresa do Japão diz que procura por produtos continuará alta.

A Nintendo buscar afirmou que não planeja cortar os preços do videogame buscar e do portátil DS em 2008, destacando confiança numa demanda contínua pelas duas plataformas de games. Nos Estados Unidos, o é vendido a US$ 250, e o DS, a US$ 130.

“Nossa projeção de lucro para o ano não é baseada em corte no preço dos hardwares e não creio que iremos precisar fazer isso”, afirmou o presidente da Nintendo, Satoru Iwata, durante encontro com analistas nesta sexta-feira (25).

A Nintendo, que compete com a Microsoft e Sony na indústria global de videogames, atualmente é líder tanto no segmento de consoles quanto no de portáteis.

Os comentários de Iwata chegam um dia depois de a empresa divulgar lucro operacional quase 100% maior no ano que se encerrou em março e prever outros 9% de crescimento este ano, para 530 bilhões de ienes (US$ 5,08 bilhões).

A perspectiva ficou um pouco abaixo das estimativas, mas analistas afirmaram que a previsão da companhia deve se manter numa posição conservadora. A Nintendo, terceira maior empresa do Japão em valor de mercado, revisou para cima suas previsões de lucros três vezes no ano fiscal recém encerrado.

A Sony cortou o preço do , modelo com disco rígido de 20 gigabytes em 20% para 49.980 ienes (US$ 479) antes de o produto ser lançado no final de 2006, e reduziu o preço novamente para 44.980 ienes no ano passado para aumentar a demanda. Enquanto isso, a Nintendo não alterou o custo do Wii, que continua com preço de 25 mil ienes (US$ 250).

Fonte: G1

Jogador vira piloto profissional no game de corrida ‘Grid’

Existe algo de errado quando uma batida no muro a mais de 200 km/h se transforma em um dos fenômenos mais deslumbrantes da natureza? Em “Race driver: Grid” isso acontece sempre que a adrenalina explode e você esquece que acelerador não é brinquedo. Arranhões na lataria, estilhaços de vidro e pára-choques que ficam pelo caminho serão as testemunhas incontestáveis de cada barbeiragem que você cometer por essas pistas – desde os EUA até o Japão.

Com visual realista e nível de pilotagem bastante exigente, “Grid” está entre os grandes do ano e é obrigatório na coleção de quem desconfia que jogos de corrida um dia serão compreendidos pela psicologia moderna. O único porém é que o jogo pode parecer exigente demais à primeira vista.

Produzido pela Codemasters, especialista em jogos de corrida como a série de rally “Colin McRae”, “Grid” é um simulador de corrida que permite ao jogador gerenciar sua carreira correndo em eventos divididos em três ligas: América, Europa e Japão. Além de pilotar, você toma conta da equipe. Escolhe nome, define o visual dos carros e negocia os patrocínios mais vantajosos. “Grid” está disponível para PC, Xbox 360, PlayStation 3 e o portátil Nintendo DS.

Para o que der e vier

Se você vai jogar “Grid” no PC, procure conseguir um bom controle (gamepad), já que será frustrante manobrar Porsches e Mustangs usando o teclado. O jogo oferece uma série de ajustes de direção, incluindo auxílios mecânicos para os jogadores iniciantes, mas nada disso torna a experiência tão simples como em jogos “arcade” da série “Need for speed”, por exemplo.

A visão de dentro do carro é uma das mais emocionantes (e arriscadas) (Foto: Divulgação)

Para se dar bem nas três ligas, você deverá dominar cada tipo de carro, desde os clássicos “muscle cars” até carros modernos tunados, e cada modalidade de corrida. Elas podem acontecer em circuitos de rua (apertados, sem chance para erros), pistas oficiais (24 horas de Le Mans) ou até em arenas improvisadas de derrapagem (drift), no Japão.

Mas não é preciso ser expert em todos os estilos para avançar. Você pode escolher de quais torneios vai participar e ainda tem a alternativa de comparecer como “convidado especial” em eventos paralelos para aumentar sua reputação.

O mundo não pára

“Grid” leva o tema corrida de carros a sério. Uma batida na lateral arranha a pintura do carro. Um toque mais violento em outro carro compromete a roda, que passa a “puxar” o carro e afetar o rendimento na pista. Até mesmo os rivais, controlados pelo computador, erram – ao contrário de muitos jogos com a inteligência artificial automática.

A modalidade ‘destruição’ significa: pára-choques caídos pelo caminho (Foto: Reprodução)

Não é raro ver rivais derrapando, perdendo o controle na curva e causando acidentes monumentais. Os pedaços quebrados, de pára-choques a aerofólios, ficam na pista até o fim da corrida, em uma espécie de “mundo persistente” em que cada ação traz uma conseqüência.

Homem de negócios

Quanto mais dinheiro você ganha nas competições, mais alto é o lugar ocupado por sua equipe no ranking. Ao final de cada temporada são divulgados os resultados gerais, e é bom vencer eventos se quiser se destacar entre centenas de rivais.

O importante é vencer, mas é impossível não reparar nos belos cenários de algumas cidades (Foto: Divulgação)

Uma peça importante na estratégia é a escolha dos patrocinadores que vão ser exibidos em seu carro. Provavelmente, você vai ignorar aspectos visuais e escolher “quem paga mais”. No início, marcas desconhecidas prometem cerca de US$ 3mil (virtuais, claro) por qualquer corrida que você complete. Quando seu status aumenta, surgem marcas reconhecidas pagando muito mais – incluindo um site de leilões da vida real que tem seu merchandising em “Grid”.

Vem de “Prince of Persia” uma das “novidades” de “Grid”. É possível voltar no tempo para corrigir uma entrada de curva errada ou uma tentativa de ultrapassagem que terminou na caixa de brita. Os chamados “flashbacks” são limitados, e variam em quantidade de acordo com a dificuldade escolhida. O funcionamento é simples: tendo batido ou não, você acessa o menu de replay e escolhe algum ponto para retomar a corrida. Mas não se assuste se continuar errando na mesma curva várias vezes: “Grid” é mesmo complicado.

Nem sempre a tática de ‘entrar no bolo sem pedir licença’ vai funcionar em ‘Grid’ (Foto: Divulgação)

Mas tanta dificuldade traz recompensas. Os cenários, as pistas e o “feeling” de estar dirigindo um carro em alta velocidade, fazendo curvas perfeitas e lutando por lugares e voltas mais rápidas, dá a sensação de “dever cumprido” a cada evento vencido.

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